Alguém que me faz rir…Alguém que me faz acreditar em coisas boas…
Alguém que me leva a comer comida deliciosa...
Alguém que me dá calma e muita tranquilidade.
Funções:
- comer legumes
- arrumar o quatro
- parar com as birras
- fazer os TPCs
- ...
Muito tentador!!!!!!! Mas uma criança obediente será sinónimo de uma criança feliz? Uma criança que faz as coisas para agradar ao adulto e não porque goste de fazê-las, sentir-se-à realizada? A partir do período pré-operatório (dois anos) a criança já tem gostos e preferências definidas e portanto deve sentir prazer em algumas tarefas e não em outras. Até aos sete anos a criança deve ter espontaneidade. Com o período operatório (cerca dos sete anos) a criança começa a ter capacidade de ter um julgamento moral por si só e, por isso, de exibir preferência própria.
Quero uma criança feliz. Paciência, não vai ser sempre obediente.
Afinal, parece que o casamento entre homossexuais sempre avança. É menos uma distracção na agenda pollítica e deixamos todos de andar entretidos a discutir esta questão. Encontrar uma solução jurídica - qualquer que seja - que admita a constituição de casais homessexuais, obriga a um apaziguamento sobre este assunto. Em coerência, o Estado terá também de prever o divórcio destes casais. A Igreja que não se enerve, canonicamente estes casamentos não existem, o divórcio também não existe e, por isso, não tem com o que se preocupar. Sinceramente, nem me parece que este seja, realmente, um assunto relevante para a Igreja, se comparamos com o barulho que fez aquando da despenalização do aborto.
Pronto, fica a questão resolvida, finalmente.
Oscar Wilde descreve o mundo da forma como naturalmente o sentimos: duro, cinzento e terminal. É a honestidade brutal quase nunca mostrada que este livro revela.
É nos momentos simples e inesperados que encontramos o que nos marca. Podemos não o verbalizar, mas cada um de nós sabe sempre aquilo que realmente é ou sente e aquilo que o retrato revela é apenas o efeito que cada acção que tomamos assume nas nossas vidas. Mesmo que não queiramos dar-lhe importância.
Sir Ken Robinson, a creativity specialist, faces up to the way we are educating our children. He wants a major volte-face of our school systems, to develop creativity and recognize other ways of educating.
http://www.ted.com/index.php/talks/lang/eng/ken_robinson_says_schools_kill_creativity.html
Esta é uma reflexão sobre a questão da humilhação social pública, compreendida como manifestação corrompida e perversa mas que, de algum modo dá um prazer inexplicável a quem a produz e aos pares que nela participam. Considero muito complexos os modos como se articulam as dimensões afetivo-emocionais individuais, conscientes e inconscientes de quem pratica este tipo de comportamento.
Quem faz uso da palavra desta forma num contexto social e familiar, humilhando publicamente alguém muito próximo e que, por circunstâncias de surpresa, desilusão ou inibição se escusa a defender-se naquele momento, deve, sem dúvida, ter sofrido também experiências precoces de humilhação ou, então, terá tido aquele como modelo social “normal”, adoptando-o. Pode também utilizá-lo pela estranha forma de prazer que recebe pelo facto de mostrar algum tipo de superioridade sobre quem humilha... Mas não perceberá as consequências imediatas que este tipo de atitude traz? O afastamento de quem é exposto é imediato e a quebra da confiança que se assumia adquirida é, na maioria das vezes, perdida para sempre, deixando de ser inevitavelmente incondicional.
É, em meu entender, a expressão de uma problemática individual, familiar ou organizacional. É uma tentadora mas muito fugaz forma de poder, através da desqualificação perversa de alguém próximo que, naquele momento, não se defende. E deve ser compreendida de que forma? Inaceitável, a meu ver quando, ainda por cima, num passado recente, foram enfrentadas vivências de desaprovação, causadas exactamente por esta situação de naturalmente e espontaneamente humilhar ou simplesmente por não apoiar publicamente. Uma pena e uma grande desilusão, de facto.
Que poder é esse que atribui ao
atacante a competência e a autoridade de se permitir tal comportamento?
Ah... já sei... era só uma brincadeira! Pois claro...
Mas cuidado, esta é uma desculpa que só os fracos e os pouco inteligentes ousam utilizar.
